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Minhas rotinas me sustentam

 Minhas rotinas me sustentam O que seria de mim sem minhas rotinas? Não sei! Eu vivo através delas. São elas que me dão estabilidade, que me dizem que nada tenho a temer. Que o dia é igual ao outro, e que eu consigo dar conta dele, mesmo quando as situações fogem ao meu controle. Esses tempos têm sido difíceis, e sinto que as cores, por vezes, escapam de mim. Mas também percebo que, de vez em quando, elas voltam. Hoje, por exemplo, sorri tanto que acabei chorando de tanto rir. Como eu precisava disso! Esquecer, ainda que por um instante, tudo o que tem me magoado e simplesmente sorrir. Logo eu, que sempre vivo com um sorriso no rosto! A vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Quando tudo parece ir bem, quando acreditamos que está tudo perfeito… de repente não está. E então me pergunto: como não percebi o que estava acontecendo? Como posso ser tão ingênua a ponto de confiar cegamente nas pessoas? Como acreditar que sempre falam verdades, quando tantas vezes mentem… e, pior, por cois...

Minhas rotinas são importantes

Sou do tempo em que escrevíamos sem recorrer à inteligência artificial. Naquele tempo, a poesia e os sentimentos eram mais importantes que a gramática, a coerência ou a clareza. Hoje, escrever é um desafio: os leitores parecem mais exigentes e o medo do julgamento se faz presente. Mas nada disso apaga a vontade de extravasar, de colocar para fora o que nos sufoca. Hoje acordei com desejo de escrever. Inspirada, quero gritar ao mundo: eu amo minha vida! Minhas rotinas são importantes, pois me dão estabilidade emocional.  Todos os dias, ao despertar, coloco a mesma playlist no Spotify. A primeira música sempre me lembra que tenho uma neta linda, a quem amo de paixão. Seu doce sorriso e sua mansa fala, dizendo: “Oi, vovó”, enchem meu coração de amor. Nesse instante, sinto-me verdadeiramente amada. Sua pureza e sinceridade trazem uma paz inigualável, semelhante à que eu sentia quando ouvia a voz dos meus filhos ainda pequenos. Oh, vida boa! Como sou abençoada por ter sido agraciada com...

Me tornei a mãe que queria ser

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"Me tornei a mãe que queria ser desde o início!"  D esde que tinha uns 13 anos decidi que queria ser mãe, ter uma casinha e um marido. E essa decisão era muito clara. E sou determinada! Mas as coisas não aconteceram como eu esperava rsrsrs!  Engravidei aos 15 anos e não quis casar , estava a frete do meu tempo! kkkk Só agora vejo como fui determinada em não aceitar menos do que planejei. Nem sei mais se isso é mesmo determinação ou inflexibilidade!  Mas meta realizada com sucesso rsrs "Ser mãe - ok !!"  Sonho realizado!  Não foi fácil, mas quando pensava naquele serzinho dentro de mim e que em breve nós estaríamos juntas para sempre minha força sempre se multiplicava. Eu a amei desde os primeiros segundos que soube. E a preocupação veio na bagagem kkk Eu pensava: será que vem perfeita? Será que vou ser uma boa mãe? E quando nasceu a primeira ação foi olhar centímetros por centímetros dela, e essa danadinha me assustou!  Nasceu com a cabeça inchada e quando ...

Quando você cresceu?

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Bom, eu cresci rápido, me considerava uma adulta aos 13 anos,  vou já explicar porque! Meus pais passaram por conflitos no casamento e decidiram se separar(ainda bem que foi temporariamente) e eu fiquei com a responsabilidade de cuidar de meus irmãos junto de meu pai, éramos 5 irmãos. Fomos morar na "Arca de Noé". Eram casas para aluguel, muito conhecidas no bairro do Trem. Talvez tenham ganhado esse nome porque as casas eram feitas de madeira, de dois andares e mais pareciam um grande barco ou porque moravam tantas pessoas diferentes que pareciam mais um zoológico. Até hoje não sei porque chamavam assim. Primeiro moramos num apartamento com sala cozinha e dois quartos, mas depois fomos transferidos para um grande quarto, não recordo quanto tempo moramos assim, separados. Foram tempos de aprendizado, de choro, de crescimento. Eu amadureci grandemente nessa época, deixei de olhar o mundo como uma criança. As brincadeiras perderam a graça! A magia do esconde-escon...

Nota de Pesar

*NOTA DE PESAR* Há várias maneiras de se morrer: por causa natural, assassinado, imperícia médica, doenças graves, acidente. Mas há também infinitas maneiras de se viver. No luto não há explicação que mude a realidade não importa a causa. Morreu! E quem fica sofre, suas lágrimas são de saudades, de frustação, de falta de esperança num futuro sem a pessoa amada. Mas e o sonho? Como se mata um sonho? Fazendo a pessoa crer que ele se tornará realidade. Prometendo que vai andar ao lado dela. E depois... abandonando-a sorte dos peregrinos que lhe cruzam a estrada no caminho. Foi assim que amanheci hoje! De luto! Meu coração destroçado! São tantas tragédias acontecendo no mundo, que me avalio em meio a minha dor se não é egoísmo sofrer tanto por uma causa! Mas logo eu penso no rosto deles, como São vividos, como São felizes, como suas famílias s...

AMIZADE: UM JARDIM DE FLORES

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Ser amiga ou ter amigas? Complicado? Deve ser porque se trata de mulher! Não exixte uma unica amiga, ou uma unica amizade, até porque amizade é um estado em que se encontram duas ou mais pessoas.   AMIZADE, acredito que tem amigas que são amigas. Essas estão sempre presentes. E tem amigas que gostam de ser amigas, bem! Eu acho diferente! Eu mesma de algumas SOU amiga e de outras eu TENHO amizade! Complicado, né? Eu tambem acho!!!!!! Mas é assim mesmo, quase não da pra explicar! Amizade se sente. Eu sinto assim. Tenho amigas que nem parecem minhas amigas, mas eu sei que são! Tem outras que sinto que gostariam de serem mais minhas amigas, mas por algum motivo não são! Ja tive muitas amigas. Na minha infancia éramos muitos amigos, mas tinha duas amigas em especial, nem lembro mais o nome de uma delas, só sei que era chamada de "jacaré" a outra era a valdirene. Mas recordo que eramos muito danadas e unidas. Tomavamos banho de rio, brincavamos de cair no poço, pega b...

"Filhas em Meu Reino"

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